Hoje a minha atenção fixa-se em D.João I, rei que iniciou a segunda dinastia da Monarquia Portuguesa.
D.João I foi filho bastardo de D. Pedro I, resultando de uma ligação que este último teve com D. Teresa Lourenço fidalga galega residente em Guimarães. Não foi, portanto, filho de D. Constança esposa legítima de D.Pedro nem de Inês de Castro, o grande amor da vida do referido rei.
D.João I, antes de tomar as rédeas da governação de Portugal, foi mestre da Ordem de S. Bento de Avis. E foi em Avis que se enamorou da filha de um sapateiro de Veiros, "O Barbadão", de quem teve uma filha de nome Brites e um filho de nome Afonso.
Este Afonso, filho bastardo de D.João I, tendo casado com a única filha de D. Nuno Alvares Pereira de nome Beatriz , recebeu de seu pai as terras e julgados de Neiva, de Aguiar, de Darque, Faria e todos os bens confiscados ao conde de Barcelos D. Gonçalo Telo que "desservira" o Rei, recebendo também o título de Conde de Barcelos.
Por outro lado recebeu de Nuno Alvares Pereira, seu sogro, Chaves, Montenegro, Montalegre, Barroso, Baltar, Paços de Ferreira e o condado de Ourém. Quando Nuno Alvares Pereira resolveu despojar-se de todos os seus bens e recolher ao Mosteiro do Carmo, D. Afonso recebeu ainda mais terras com o que construiu os alicerces do docado de Bragança.
Como é do conhecimento geral D.Nuno Alvares Pereira venceu os Castelhanos em Atoleiros, Trancoso, Aljubarrota e Valverde. Mas foi Aljubarrota a batalha decisiva na contenda com Castela e onde se cobriu de glória.
Quando teve conhecimento que as tropas castelhanas tinham entrado em Portugal e se dirigiam para Lisboa com vinte e cinco mil homens, D. Nuno aprontou-se a enfrentá-las cortando-lhes o caminho.
D. João I e alguns dos seus conselheiros não estiveram de acordo com essa decisão pretendendo antes entrar em Espanha pelo Alentejo, como retaliação à invasão castelhana. Mas o Contestável insistiu na sua ideia e com três mil homens a cavalo, trezentos besteiros e dois mil peões marchou imediatamente ao encontro dos Castelhanos de forma a cortar-lhes o passo. Em resultado da sua acção D.João I acabou por se lhe juntar em Tomar.
D.Nuno Alvares Pereira dispôs as tropas em lugar adequado e fez construir engenhoso dispositivo de fortificação e defesa.
Pela forma como D.Nuno se distinguiu na batalha decisiva de Aljubarrota, cobrindo-se de glória, levou mais tarde o rei a conceder-lhe diversas terras e benesses. Muitas dessas terras acabaram na posse da sua filha D. Beatriz casada com D. Afonso, bastardo de D.João I permitindo-lhe fundar o Ducado de Bragança. Este neto do "Barbadão", sapateiro de Veiros, foi o primeiro duque de Bragança e, muito mais tarde, um seu descendente, o oitavo Duque de Bragança inaugurou a quarta dinastia da Monarquia Portuguesa. como Rei D.João IV - O Restaurador.
NOTA: Na árvore genealógica da ascendência de João Pereira de Almeida Beça de Vasconcelos, Senhor da casa da Seara em Magrelos - Marco de Canavezes - elaborada por um seu tio frade em 1762 consta que o seu referido sobrinho era:
- sexto neto de D. Diogo Alvares Pereira;
- décimo segundo neto de D. João Alvares Pereira, Senhor da Casa dos Condes da Feira.
Na referida Casa brasonada da Seara nasceu e cresceu a bisávo Ana Augusta do autor deste escrito, descendente do referido João Pereira de Almeida Beça de Vasconcelos.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
sexta-feira, 15 de julho de 2011
O temperamento dos portugueses
O temperamento dos portugueses nunca se coadonou muito com o trabalho persistente e continuado.
Em Portugal houve sempre falta de artífices- A nossa grande inclinação tem sido o comércio.
Desde os primórdios da nossa vida como nação sempre proliferou o tráfico comercial na nossa orla marítima e os portugueses sempre concentraram as suas energias nas terras da beira-mar, em prejuízo das do interior.
Já no tempo de D. Fernando assim acontecia e, muito embora as legislações agrárias elaboradas na altura (Lei das Sesmarias) as herdades deixaram, progressivamente, do ser cultivadas acabando por nelas crescer o mato, como também acontece hoje...
Além do gosto pelo comércio também os portugueses sentiram sempre uma grande atracção pela actvidade de funcionário do Estado actividade que nunca obrigou a grandes esforços e sempre beneficiou de uma certa auréola de importância aqueles que a desempenhavam. Com o funcionalismo têm-se caído no exagero desde há muito. Já no tempo de D.João I parece que em seis pessoas que se juntassem uma era seguramente funcionária pública.
Hoje quase acontece isso também...
Mas o comércio, segundo se depreende da singular obra de António Sérgio "Breve Interpretação da História de Portugal" foi e ainda é a principal motivação da vida dos portugueses. E o auge dessa actividade foi atingido no tempo das descobertas, quando Lisboa se tornou no maior empório comercial do mundo, com o seu porto repleto de navios e as suas ruas devassadas por mercadores das mais diversas paragens. É que antes da descoberta do caminho marítimo para a Índia os turcos, dominando o Levante, dificultavam a extraordinariamente o comércio com o Oriente.
A pimenta, por exemplo, que se vendia na Índia por dois a três cruzados o quintal era sujeita a pesados impostos nos pontos de passagem vendendo-se no Cairo a oitenta cruzados. Com a descoberta do caminho marítimo para a Índia foi possível, em Lisboa, comercializar-se o quintal de pimenta a trinta cruzados. Lisboa foi o maior centro comercial do mundo durante muitos anos. Por Portugal passava imensa riqueza. Mas só passava porque era no estrangeiro que essa riqueza fomentava trabalho. E de lá, do estrangeiro, nos vinha quase tudo o que consumíamos.
Como acontece, praticamente, hoje também...
O país, no tempo das descobertas, embora vivesse aparentemente no esplendor endividava-se para comprar cereais nos mercados europeus. Em fins de 1543, segundo António Sérgio, deviam-se em Flandres somas enormes pagando juros tão altos que as importâncias em dívida dobravam em quatro anos.
Não seria uma situação muito diferente da que atravessamos nos dias de hoje...
Mas isso não impediu nunca que em Lisboa se organizassem, com frequência, "cortejos em que luziam os rubis de Pegu e os diamantes de Nassinga, as safiras de Ceilão e as esmeraldas da Babilónia, se exibiam sedas da Pérsia e tecidos de Bengala, os veludos, as rendas, os anéis..."
De noite havia folguedos no Tejo, para o povo e os serões do Paço Real tinham fama em toda a Europa.
Em Lisboa havia músicos por toda a parte. Ninguém trabalhava nem produzia. Os barbeiros e os sapateiros eram estrangeiros.
D. Manuel I mandou, mesmo, procurar trabalhadores fora do país, como operários da construcção civil.
Vivia-se uma vida de aparências. Como hoje ...
Tal como acontece também no presente com alguns nossos contemporâneos que percorrem as artérias das cidades nas suas potentes e ruidosas máquinas automóveis, os fidalgotes desses tempos exibiam-se "pelas ruas, com mula ajaezada de oiro e muitos lacaios agaloados".
Em Portugal houve sempre falta de artífices- A nossa grande inclinação tem sido o comércio.
Desde os primórdios da nossa vida como nação sempre proliferou o tráfico comercial na nossa orla marítima e os portugueses sempre concentraram as suas energias nas terras da beira-mar, em prejuízo das do interior.
Já no tempo de D. Fernando assim acontecia e, muito embora as legislações agrárias elaboradas na altura (Lei das Sesmarias) as herdades deixaram, progressivamente, do ser cultivadas acabando por nelas crescer o mato, como também acontece hoje...
Além do gosto pelo comércio também os portugueses sentiram sempre uma grande atracção pela actvidade de funcionário do Estado actividade que nunca obrigou a grandes esforços e sempre beneficiou de uma certa auréola de importância aqueles que a desempenhavam. Com o funcionalismo têm-se caído no exagero desde há muito. Já no tempo de D.João I parece que em seis pessoas que se juntassem uma era seguramente funcionária pública.
Hoje quase acontece isso também...
Mas o comércio, segundo se depreende da singular obra de António Sérgio "Breve Interpretação da História de Portugal" foi e ainda é a principal motivação da vida dos portugueses. E o auge dessa actividade foi atingido no tempo das descobertas, quando Lisboa se tornou no maior empório comercial do mundo, com o seu porto repleto de navios e as suas ruas devassadas por mercadores das mais diversas paragens. É que antes da descoberta do caminho marítimo para a Índia os turcos, dominando o Levante, dificultavam a extraordinariamente o comércio com o Oriente.
A pimenta, por exemplo, que se vendia na Índia por dois a três cruzados o quintal era sujeita a pesados impostos nos pontos de passagem vendendo-se no Cairo a oitenta cruzados. Com a descoberta do caminho marítimo para a Índia foi possível, em Lisboa, comercializar-se o quintal de pimenta a trinta cruzados. Lisboa foi o maior centro comercial do mundo durante muitos anos. Por Portugal passava imensa riqueza. Mas só passava porque era no estrangeiro que essa riqueza fomentava trabalho. E de lá, do estrangeiro, nos vinha quase tudo o que consumíamos.
Como acontece, praticamente, hoje também...
O país, no tempo das descobertas, embora vivesse aparentemente no esplendor endividava-se para comprar cereais nos mercados europeus. Em fins de 1543, segundo António Sérgio, deviam-se em Flandres somas enormes pagando juros tão altos que as importâncias em dívida dobravam em quatro anos.
Não seria uma situação muito diferente da que atravessamos nos dias de hoje...
Mas isso não impediu nunca que em Lisboa se organizassem, com frequência, "cortejos em que luziam os rubis de Pegu e os diamantes de Nassinga, as safiras de Ceilão e as esmeraldas da Babilónia, se exibiam sedas da Pérsia e tecidos de Bengala, os veludos, as rendas, os anéis..."
De noite havia folguedos no Tejo, para o povo e os serões do Paço Real tinham fama em toda a Europa.
Em Lisboa havia músicos por toda a parte. Ninguém trabalhava nem produzia. Os barbeiros e os sapateiros eram estrangeiros.
D. Manuel I mandou, mesmo, procurar trabalhadores fora do país, como operários da construcção civil.
Vivia-se uma vida de aparências. Como hoje ...
Tal como acontece também no presente com alguns nossos contemporâneos que percorrem as artérias das cidades nas suas potentes e ruidosas máquinas automóveis, os fidalgotes desses tempos exibiam-se "pelas ruas, com mula ajaezada de oiro e muitos lacaios agaloados".
terça-feira, 10 de maio de 2011
O nascimento de Portugal
D.Afonso Henriques, como está historicamente comprovado, nasceu com um grave defeito nas pernas, tendo possivelmente sofrido de paralisia infantil nos primeiros anos da sua vida. Quando se teve conhecimento do facto foi um drama na Corte do Conde D.Henrique, em Guimarães. E foi decidido que D.Afonso fosse entregue aos cuidados de D.Egas Moniz, senhor de Ribadouro, passando a viver desde tenra idade em Resende, no Paço de D.Egas.
D.Egas Moniz era um rico-homem, a mais alta qualificação de nobreza e detentor de uma enorme extensão de território junto ao rio Douro. Tinha diversos filhos um dos quais da mesma idade do Infante D.Afonso.
E comungava do ideal do Conde D.Henrique e de muitos outros nobres portucalenses: a idenpendência de Portugal.
A quando da morte do Conde D.Henrique seu filho Afonso tinha apenas três anos de idade. É de admitir por isso que D.Egas Moniz tenha passado a preocupar-se até à obsessão com a saúde do Infante pois ele era o único descendente directo do Conde e o que possibilitaria a realização da independência de Portugal.
A cura das enfermidades de D.Afonso Henriques, verificada inesperadamente, está envolta numa lenda que julgo pouco credível. Segundo Egas Moniz como a saúde do infante não melhorasse recorreu à intervenção divina. Teria solicitado as boas graças da Virgem Maria quando se encontrava no seu Paço de Resende. Consta que a sua fervorosa prece foi prontamente atendida, pois Nossa Senhora, aparecendo-lhe em sonhos, lhe solicitou que procurasse em Cárquere, nos arredores de Resende uma sua imagem enterrada pelo Rei Rodrigo quando os Árabes invadiram a Península Ibérica. Ainda, por indicação da Virgem, D.Egas, depois de recuperada a imagem, tê-la-ia colocado bem como ao pequeno infante sobre um altar improvisado. Então D.Afonso Henriques ficou logo completamente curado. O milagre foi tão completo que o menino, libertado das suas enfermidades cresceu e tornou-se num jovem robusto tendo gozado sempre de boa saúde e usufruído de uma vida muito activa até à data da sua morte aos setenta e quatro anos.
Parece ter sido, durante toda a sua longa existência, um homem forte e resistente, de boa compleição física, muito semelhante ao do seu alferes-mor D.Egas Lourenço, "O Espadeiro", filho de D.Egas Moniz, a quem de resto tratava de irmão.
A dúvida que tem persistido durante séculos é se o Afonso Henriques da nossa história, fundador de Portugal, não terá sido mesmo o irmão do Espadeiro da mesma idade que a do filho do Conde D.Henrique e se o verdadeiro Afonso Henriques por não ter resistido à sua doença não terá morrido jovem tendo sido sepultado no mosteiro de Paço de Sousa, como sendo filho de D.Egas. Neste mosteiro estão sepultados o senhor de Ribadouro, a sua mulher e quase todos os seus filhos.
Se assim aconteceu jazerá em Paço de Sousa o filho do Conde D.Henrique e de D.Teresa enquanto que o filho de D.Egas da mesma idade de Afonso Henriques terá tomado o comando do Condado Portucalense que elevou a reino e se encontra sepultado na igreja de S.Cruz em Coimbra.
Se assim foi, o que se poderá comprovar actualmente com o estudo do ADN dos restos mortais das personalidades em causa, a nossa história foi iniciada com um grande imbróglio. E sendo assim D.Gonçalo Viegas, bisneto de Egas Moniz, que por ser muito esbelto foi chamado de Magro ( dando origem a uma das nossas famílias mais antigas) era sobrinho neto do primeiro Rei de Portugal.
D.Egas Moniz era um rico-homem, a mais alta qualificação de nobreza e detentor de uma enorme extensão de território junto ao rio Douro. Tinha diversos filhos um dos quais da mesma idade do Infante D.Afonso.
E comungava do ideal do Conde D.Henrique e de muitos outros nobres portucalenses: a idenpendência de Portugal.
A quando da morte do Conde D.Henrique seu filho Afonso tinha apenas três anos de idade. É de admitir por isso que D.Egas Moniz tenha passado a preocupar-se até à obsessão com a saúde do Infante pois ele era o único descendente directo do Conde e o que possibilitaria a realização da independência de Portugal.
A cura das enfermidades de D.Afonso Henriques, verificada inesperadamente, está envolta numa lenda que julgo pouco credível. Segundo Egas Moniz como a saúde do infante não melhorasse recorreu à intervenção divina. Teria solicitado as boas graças da Virgem Maria quando se encontrava no seu Paço de Resende. Consta que a sua fervorosa prece foi prontamente atendida, pois Nossa Senhora, aparecendo-lhe em sonhos, lhe solicitou que procurasse em Cárquere, nos arredores de Resende uma sua imagem enterrada pelo Rei Rodrigo quando os Árabes invadiram a Península Ibérica. Ainda, por indicação da Virgem, D.Egas, depois de recuperada a imagem, tê-la-ia colocado bem como ao pequeno infante sobre um altar improvisado. Então D.Afonso Henriques ficou logo completamente curado. O milagre foi tão completo que o menino, libertado das suas enfermidades cresceu e tornou-se num jovem robusto tendo gozado sempre de boa saúde e usufruído de uma vida muito activa até à data da sua morte aos setenta e quatro anos.
Parece ter sido, durante toda a sua longa existência, um homem forte e resistente, de boa compleição física, muito semelhante ao do seu alferes-mor D.Egas Lourenço, "O Espadeiro", filho de D.Egas Moniz, a quem de resto tratava de irmão.
A dúvida que tem persistido durante séculos é se o Afonso Henriques da nossa história, fundador de Portugal, não terá sido mesmo o irmão do Espadeiro da mesma idade que a do filho do Conde D.Henrique e se o verdadeiro Afonso Henriques por não ter resistido à sua doença não terá morrido jovem tendo sido sepultado no mosteiro de Paço de Sousa, como sendo filho de D.Egas. Neste mosteiro estão sepultados o senhor de Ribadouro, a sua mulher e quase todos os seus filhos.
Se assim aconteceu jazerá em Paço de Sousa o filho do Conde D.Henrique e de D.Teresa enquanto que o filho de D.Egas da mesma idade de Afonso Henriques terá tomado o comando do Condado Portucalense que elevou a reino e se encontra sepultado na igreja de S.Cruz em Coimbra.
Se assim foi, o que se poderá comprovar actualmente com o estudo do ADN dos restos mortais das personalidades em causa, a nossa história foi iniciada com um grande imbróglio. E sendo assim D.Gonçalo Viegas, bisneto de Egas Moniz, que por ser muito esbelto foi chamado de Magro ( dando origem a uma das nossas famílias mais antigas) era sobrinho neto do primeiro Rei de Portugal.
Incentivado pelo meu neto Manuel Gonçalo vou hoje iniciar esta página pessoal.
Nela abordarei momentos da nossa história que me parecem mal explicados ou até possivelmente alterados.
Além de interpretar episódios muito anteriores ao tempo em que vivemos também não deixarei de comentar factos que nos estão relativamente próximos.
Ao referir possíveis enganos e omissões dos nossos antigos cronistas espero poder contribuir de alguma forma para uma reflexão sobre acontecimentos controversos da nossa história.
Esta minha página pessoal terá por tema: "Portugal e o passado"
E o primeiro assunto que tratarei num futuro próximo relacionar-se-á com D.Afonso Henriques e o nascimento de Portugal.
Nela abordarei momentos da nossa história que me parecem mal explicados ou até possivelmente alterados.
Além de interpretar episódios muito anteriores ao tempo em que vivemos também não deixarei de comentar factos que nos estão relativamente próximos.
Ao referir possíveis enganos e omissões dos nossos antigos cronistas espero poder contribuir de alguma forma para uma reflexão sobre acontecimentos controversos da nossa história.
Esta minha página pessoal terá por tema: "Portugal e o passado"
E o primeiro assunto que tratarei num futuro próximo relacionar-se-á com D.Afonso Henriques e o nascimento de Portugal.
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